O que é o Manifesto Quântico Nacional?
O Manifesto Quântico Nacional é um movimento que une ciência, governo, empresas e sociedade para construir uma agenda estratégica de tecnologias quânticas no Brasil.
É uma iniciativa colaborativa, conduzida pelo Foton, para transformar conhecimento em direção, impacto e soberania tecnológica.

Estrutura e Metodologia
Estrutura e a jornada do Manifesto é contínua e participativa.
Ela avança por cinco etapas principais:
Como faremos isso?
1
Mobilização regional
Engajamento de lideranças das quatro hélices da inovação.
2
Consulta participativa
Coleta de percepções e propostas alinhadas aos ODQs.
3
Sistematização das contribuições
Consolidação das demandas e oportunidades regionais.
4
Articulação institucional
Conexão de universidades, empresas e governos locais.
5
Mobilização regional
Assinatura simbólica das Cartas e compartilhamento dos resultados.
Carta do Sudeste
A Carta de Sorocaba marcou o início da Jornada Nacional do Manifesto Quântico no Sudeste, estabelecendo diretrizes técnicas, institucionais e estratégicas. As atividades abriram frentes em algoritmos, semicondutores, sensores e segurança pós-quântica, com forte potencial de PD&I junto a ambientes industriais e acadêmicos, incluindo a construção do centro tecnológico nacional de Iperó, na região metropolitana. A agenda incluiu participação em eventos e instâncias institucionais, como MVP Conf, Festival MOBI e Audiência Pública na ALESP, além do lançamento da LACQ USP, fortalecendo a formação de talentos e a base científica do Manifesto.
Carta do Norte
A etapa amazônica integrou o Manifesto à Região Norte, aprofundando agendas com biotecnologia, semicondutores, inovação industrial e governo. Houve avanços em sensoriamento quântico, segurança digital e aplicações industriais, com participação no IV ENAEPE, em Manaus. A Carta da Amazônia consolidou-se como documento estruturante, e a criação da LACQ UEA ampliou a rede nacional de conexão acadêmica quântica. As articulações do Foton fortaleceram a presença institucional e abriram novas frentes de PD&I.
Carta do Nordeste
No Nordeste, a Jornada conectou polos de inovação, fotônica, computação e transformação digital de Recife e João Pessoa, com forte engajamento de universidades, ambientes de tecnologia e articulações com o poder público. As atividades mapearam desafios e oportunidades em PD&I e fortaleceram a colaboração científica regional, com apoio das Ligas Acadêmicas da UFPE e UFPB. As contribuições ampliaram a base do Manifesto e consolidaram o alinhamento institucional na região.

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Carta do Centro-oeste
No Centro-Oeste, a Jornada avançou com reuniões estratégicas em Brasília, no MCTI e na Softex Nacional, fortalecendo o alinhamento do Manifesto com políticas públicas e programas de fomento. As discussões abordaram tecnologias habilitadoras, incentivos digitais e oportunidades de PD&I, além da estruturação de grupos de trabalho. As próximas agendas irão aprofundar a integração regional e a atuação conjunta entre academia, governo e setor produtivo, reforçando a maturidade nacional do movimento.
Carta do Sul
No Sul, o movimento avança com ações permanentes de divulgação científica e liderança técnica em tecnologia quântica. A agenda inclui visitas a ambientes de inovação e a atuação em eventos estratégicos, como Latinoware, DS Summit, Sucesu RS, Tecnopuc e Assespro RS. A formação das LACQs UTFPR-PR e PUC-RS fortaleceu a conexão entre talentos e ampliou a base acadêmica, enquanto a mobilização dos associados consolida o papel estratégico da região na construção do Manifesto.

Visitas técnicas
























































Resultados
Em poucos meses, o Manifesto já transformou ideias em movimento.
+100 contribuições regionais
nas cinco macrorregiões do país
50 instituições conectadas
entre universidades, ICTs, empresas e órgãos públicos
1.600 pessoas impactadas diretamente
em eventos, encontros e visitas técnicas
14 parcerias e 6 termos de cooperação firmados
fortalecendo a rede nacional de inovação
Próximos passos
Concluída a jornada presencial pelas macrorregiões brasileiras, o Instituto Foton inicia a fase de consolidação ampliada do Manifesto, aprofundando diálogos, integrando novas contribuições e fortalecendo a participação nacional. Especialistas, instituições, empresas e entusiastas serão convidados a colaborar por meio de instrumentos de escuta ativa, em agendas presenciais e digitais sobre os Objetivos de Desenvolvimento Quântico (ODQs), acompanhadas do lançamento da landing page nacional. O ciclo será concluído com a entrega do documento final do Manifesto Quântico Nacional em 14 de abril de 2026, no Dia Mundial da Ciência e Tecnologia Quântica, estabelecendo um marco estratégico para o Brasil.
Programa nacional integrado
ODQ 1
Criar um programa nacional de tecnologias quânticas que articule ciência, inovação, educação e indústria de forma coordenada e permanente.
Investimento sustentado e protegido
ODQ 4
Garantir financiamento estável, crescente e protegido para CT&I em tecnologias quânticas, com fundos públicos e parcerias privadas.
Inovação e empreendedorismo quântico
ODQ 7
Apoiar startups e empresas deep tech por meio de fundos, incubadoras e programas de aceleração para transformar ciência em soluções de mercado.
Cultura científica e inclusão quântica
ODQ 10
Popularizar o conhecimento quântico com ações de comunicação, educação básica e inclusão, promovendo o engajamento da sociedade com a ciência.
Horizonte quântico 2045
ODQ 2
Definir e cumprir metas nacionais de curto, médio e longo prazo em tecnologias quânticas, com revisões periódicas e alinhamento global.
Infraestrutura nacional de excelência
ODQ 5
Consolidar uma rede nacional de laboratórios e centros de competência em tecnologias quânticas, com acesso amplo e atualizado.
Cooperação e governança quântica
ODQ 8
Criar estruturas de governança e articulação nacional e internacional, posicionando o Brasil como ator estratégico no cenário global quântico.
Soberania e segurança quântica
ODQ 11
Desenvolver soluções quânticas nacionais para segurança cibernética, comunicações e defesa, garantindo a proteção estratégica e tecnológica do país.
Ciência como estratégia de estado
ODQ 3
Fortalecer a ciência como pilar do desenvolvimento sustentável, integrando tecnologias quânticas às agendas nacionais de soberania, economia e inclusão.
Formação e talento quântico
ODQ 6
Formar, atrair e reter profissionais altamente qualificados em ciência, engenharia, computação e inovação quântica, valorizando a carreira científica.
Indústria quântica brasileira
ODQ 9
Estimular a produção e aplicação industrial de tecnologias quânticas, fomentando a nacionalização de componentes e a geração de novos mercados.














